Weolcome to my silly life!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

G.





Só existo quando estou escondida numa brecha de tempo ao lado dele, quando não há roupas nem medo, vergonha nem fingimento, quando somos só desejo e confiança.
O resto do tempo eu me sinto uma cópia falsificada de mim mesma.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Platônico Mais Do Que Eu Deveria Sentir

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você ♪



Como conseguir discernir meus sentimentos por cada pessoa em minha vida? Cada envolvimento, cada relacionamento?
Dentre as pessoas que confundem minha cabeça e meus sentimentos, se encontra um menino (menino mesmo) convencido e na maioria das vezes arrogante.
Olhar firme, andar sem receios, sorriso bobo e encantador, olhos brilhantes. Conversa centrada raras vezes.
Antes era fácil, tranqüilo e gostoso estar com ele, me fazia bem, me sentia a vontade, seu sorriso, sua presença me satisfaziam de uma maneira incrível, eu não desejava não estar ali. Era surpreendente a maneira com que ele me fazia bem, me fazia sorrir, como um abraço dele me deixava contente e tranqüila.
Os sentimentos confusos, as esperas são idiotas em meio a acontecimentos que deviam acabar com as minhas esperanças. Um sorriso, uma piscada, uma brincadeira boba.
Eu consigo me lembrar do ANTES, quando era um simples “ROLO DE DOMINGO”, quando você me proibia de fumar, escondia meu cigarro, quando ia embora sem me dar um beijo de adeus, dizendo que não se despedia porque o dia que fizesse isso não voltaria mais, quando brincava comigo como se fossemos duas crianças, quando me dava um beijo de leve em meus lábios me fazendoeu sentir o gosto  delicioso do seu hálito.
Eu só queria entender o que se passa, o porque de você me fazer de boba, de brincar comigo dessa maneira, de ficar falando coisas pra mim quando quer me deixar mau, ou quando quer me deixar na sua. O porque de estarmos sempre brigando como se nos odiássemos. Afinal, queria saber se você me odeia...
Eu consigo me lembrar da conversa séria que tivemos no meio da rua, das apostas que fizemos um ao outro, dos planos sem noção, das risadas que dávamos juntos, dos abraços, das confissões, dos beijos roubados e das tentativas de roubá-los.
Mas eu me lembro acima de tudo, do dia em que me deu um beijo de adeus...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Say you'll never leave me 'cause I need you so much.


Andando pela rua, sózinha, cigarro na mão, um frio insuportável. A chuva me consome, o barulho dos carros passando ao meu lado me incomoda, o pensamento longe,trincando os dentes...
Eu o vejo sentado ali... Um gelo vem dentro de mim, fico sem reação, tento disfarçar minha agonia, minhas pernas amolecem, minha respiração fica ofegante, eu congelo ali. Eu exito em falar um oi, mas por quê? Se a minha primeira reação sempre é sair correndo pra abraça-lo? 
Cheguei perto, com um sorriso bobo, seus braços me envolveram em um abraço quente num frio congelante. Dei um suspiro baixo.
Sorriso calmo, olhar confuso, parecia estar com receio, brincadeiras desajeitadas, olhos brilhando.
Eu o olhava encantada, parei exatamente ali, me peguei em pensamentos distantes.
Ele sorriu, seus olhos brilhavam e eu paralisei. Estaria apaixonada por aquele menino todo errado? Me perdi naquele olhar lindo, naquele sorriso encantador. Eu fui longe por breves segundos, e um grande medo tomou conta de mim...